Aprender é Crescer. Aprender é Ser. Simplificar o processo de aprendizagem ao longo do desenvolvimento e existência pessoal.
19 outubro 2015
Dificuldades de Aprendizagem
Dificuldades de Aprendizagem, o que são?
De uma forma sucinta as dificuldades de aprendizagem
reflectem a incapacidade ou o impeditivo
para a aprendizagem da leitura, da escrita, do cálculo ou para a aquisição de capacidades
sociais. Deste modo, o aluno pode apresentar problemas na resolução de algumas
tarefas escolares e serem ‘fabulosos’ a resolverem outras, significando que
podem ter uma inteligência média ou acima desta, apresentando um bloqueio na aprendizagem em determinada tarefa ou área.
A definição que parece ser a mais aceite internacionalmente,
é a que figura na Public Law 94-142, hoje denominada Individuals with
Disabilities Education Act (IDEA), diz o seguinte:
‘ Dificuldades de aprendizagem específica’ significa uma
perturbação num ou mais dos processos psicológicos básicos envolvidos na
compreensão ou utilização da linguagem falada ou escrita, que pode
manifestar-se por uma aptidão imperfeita de escutar, pensar, ler, escrever,
soletrar, ou fazer cálculos matemáticos. O termo inclui condições como
problemas perceptivos, lesão cerebral, disfunção cerebral mínima, dislexia e
afasia de desenvolvimento. O termo não engloba as crianças que têm problemas de
aprendizagem resultantes principalmente de deficiências visuais, auditivas ou
motoras, de deficiência mental, de perturbação emocional ou desvantagens
ambientais, culturais ou económicas (Federal Register, 1977, p.65083, citado
por Correia, 1991), (Correia, L.M. Dificuldade de Aprendizagem, Biblioteca
Digital).
12 outubro 2015
Gestão do estudo
Escutar que ficou motivada para estudar (quando tantas vezes sem conta disse que não gostava da escola e que não servia para nada), após um esquema simples em como gerir tempo, esquematizar o estudo e organizar mediante a matéria dada, aprender a focar o essencial, sublinhar, resumir e colocar por tópicos para depois escrever por palavras próprias, desenhou-me um largo sorriso no rosto!
09 outubro 2015
Criar histórias com dados
De forma lúdica este jogo permite construir uma (várias) história estimulando a criatividade e ajudando sobre dificuldades de aprendizagem. Explora-se o vocabulário e recriam-se novas histórias que podem ser escritas num caderno à parte, melhorando também a escrita. O jogo favorece também a memória.
O objectivo é estimular o imaginário da criança, permitindo-lhe explorar sensações, emoções e reconhecimento da sua realidade. Que ultrapasse a dificuldade em escrever a palavra que costuma ser um desafio para escrever correctamente. Um jogo que reforça o desenvolvimento de forma divertida.
07 outubro 2015
Ludoterapia
Saiba que a ludoterapia, através de actividades lúdicas como o desenho, o brincar, o jogo, colagens, histórias facilita a reorganização emocional da criança permitindo-lhe ultrapassar dificuldades de aprendizagem, entre outros. É aplicada em crianças entre os 3 e os 12 anos.
imagem| Pinterest
05 outubro 2015
01 outubro 2015
O uso do tablet
Mais uma vez fica o alerta. Tudo deve ser feito com peso e medida. Encontrar novas estratégias que se adaptem ao ritmo e rotina da família, e encontrar novas formas de estar em família. Não nos esqueçamos do exemplo que somos. A tecnologia veio para ficar, não há como negar isso, e por um lado ainda bem, temos mais a ganhar, no entanto teremos que encontrar forma de ajustá-la melhor às nossas necessidades e rotinas de forma a que não sejamos 'escravos' da mesma. Uma criança pequena necessita de imaginar, criar brincadeiras, jogos e diversão e relacionar-se com os seus pares, é assim que vai construindo a sua personalidade e o seu mundo, incorporando a sua realidade e aceitando-a através do brincar. Uma aplicação num tablet ou computador usada mais do que uma hora por dia, retira-lhe essa possibilidade já que o jogo brinca por ela. É a fase mais crítica no acto da recriar realidades através do brincar, e tão necessário para se desenvolver e crescer. Toda a sociedade deverá rever valores e maneira de estar face à época em que vivemos, o exemplo que damos quando estamos grande parte do tempo com o telemóvel na mão ou a responder a emails ou a navegar na internet e redes sociais. Creio que haverá tempo para tudo, e um jogo virtual pode ser benéfico mas não pode substituir a capacidade de criar, de imaginar e de fantasiar, e o tempo despendido pelas crianças cada vez mais novas é bem superior ao que é aconselhável. Penso que se cada um de nós fizermos a nossa parte com a nossa família, dedicarmos-nos mais uns aos outros, retirar tempo do dia corrido a recriar jogos ou permitir-lhes que encontrem formas novas de brincar por eles, poderemos reestruturar a sociedade, tornado-a mais apelativa e funcional, permitindo um melhor desenvolvimento pessoal e emocional.
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Imagem| Sol
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