07 outubro 2015

Ludoterapia


Saiba que a ludoterapia, através de actividades lúdicas como o desenho, o brincar, o jogo, colagens, histórias facilita a reorganização emocional da criança permitindo-lhe ultrapassar dificuldades de aprendizagem, entre outros. É aplicada em crianças entre os 3 e os 12 anos.
imagem| Pinterest

05 outubro 2015

Aprende-se através do jogo


Imagem retirada aqui
                                         

01 outubro 2015

O uso do tablet


Mais uma vez fica o alerta. Tudo deve ser feito com peso e medida. Encontrar novas estratégias que se adaptem ao ritmo e rotina da família, e encontrar novas formas de estar em família. Não nos esqueçamos do exemplo que somos. A tecnologia veio para ficar, não há como negar isso, e por um lado ainda bem, temos mais a ganhar, no entanto teremos que encontrar forma de ajustá-la melhor às nossas necessidades e rotinas de forma a que não sejamos 'escravos' da mesma. Uma criança pequena necessita de imaginar, criar brincadeiras, jogos e diversão e relacionar-se com os seus pares, é assim que vai construindo a sua personalidade e o seu mundo, incorporando a sua realidade e aceitando-a através do brincar. Uma aplicação num tablet ou computador usada mais do que uma hora por dia, retira-lhe essa possibilidade já que o jogo brinca por ela. É a fase mais crítica no acto da recriar realidades através do brincar, e tão necessário para se desenvolver e crescer. Toda a sociedade deverá rever valores e maneira de estar face à época em que vivemos, o exemplo que damos quando estamos grande parte do tempo com o telemóvel na mão ou a responder a emails ou a navegar na internet e redes sociais. Creio que haverá tempo para tudo, e um jogo virtual pode ser benéfico mas não pode substituir a capacidade de criar, de imaginar e de fantasiar, e o tempo  despendido pelas crianças cada vez mais novas é bem superior ao que é aconselhável. Penso que se cada um de nós fizermos a nossa parte com a nossa família, dedicarmos-nos mais uns aos outros, retirar tempo do dia corrido a recriar jogos ou permitir-lhes que encontrem formas novas de brincar por eles, poderemos reestruturar a sociedade, tornado-a mais apelativa e funcional, permitindo um melhor desenvolvimento pessoal e emocional.

Artigo completo aqui


Imagem| Sol

21 setembro 2015

Ser (ao ter)*

Ter boas notas. Ter sucesso. Ter uma profissão com futuro. Ter um futuro. Tudo isto faz parte das crenças que nos passaram na infância e ao longo do nosso crescimento. É normal que estejamos também hoje, a passar aos nossos filhos estas mesmas crenças. Principalmente em tempos mais difíceis com os que temos vindo a viver. Antes de aplaudirmos o Ter, sejamos apenas, num simples Ser. Quanto mais cedo nos forcarmos num ser, perceberemos que ter não é o mais importante. Claro que devemos transmitir aos nossos filhos e educandos que sem sonhos, objectivos e método manter-nos-emos como na casa de partida de um jogo de tabuleiro, sem movimento algum. Mas antes de ter, sejamos. A vida frenética que andamos a levar está a distanciar-nos de nós, da nossa família, do nosso círculo de amigos. Andamos a perder identidade abraçando as crenças que nos convenceram sobre felicidade. Aquilo que proponho nos próximos tempos, nuns breves instantes em família no final do dia, ao jantar, ou depois do banho, ou mesmo antes de os miúdos se irem deitar, é que encontrem formas de jogar e brincar, darem espaço ao lazer. Encontrar um jogo que funcione convosco, com a vossa família, com o qual se identifiquem e permita o vosso foco total, a vossa entrega uns aos outros. Brincar com palavras. Com números. Com charadas. Criar memórias e senti-las, sem se aperceberem tanto assim que estão novamente a desenvolver o vosso Ser.


Ser amigo. Ser família. Ser amável. Ser gentil. Ser honesto. Ser humilde. Ser verdadeiro. Ser em paz. Ser inteiro. Ser tu mesmo. Ser feliz.

* Em breve irei dar alguns exemplos de jogos que poderão desenvolver de acordo com a vossa dinâmica familiar, aquele que melhor sentirem que se ajusta.

Linguagem Positiva


Neste regresso às aulas, façam por usar palavras positivas, escrevê-las em pequenos post-it's e levá-las sempre convosco. Coloquem pequenos papéis com essas palavras nos estojos, cadernos, livros. Transformar o não em sim, o não consigo pelo vou conseguir, vou tentar, vou fazer, mais uma e outra vez...abraçar uma linguagem mais positiva, que aos poucos vai dando lugar a pensamentos mais positivos, e nesse caminho, uma aprendizagem diferente. A coragem vem de dentro, mesmo que tímida por vezes e é normal, mas permitam que ela ganhe força e voz e se expanda, e contagie quem estiver por perto.
Bom início de aulas.

16 setembro 2015

Emoções vs Aprendizagem


A prevenção é importante. Para os mais pequenos que nem sempre conseguem lidar  ou perceber as emoções, podemos realizar um trabalho com material simples, que lhes permite ir desenvolvendo a inteligência emocional. Com os mais crescidos há outras formas de os ajudar a compreender o lado emocional, que lhes permitirá uma maior disponibilidade ao processo de aprendizagem.
Porque me sinto triste? Porque me sinto zangado? Que sensação é esta que me faz querer algo e quando não consigo, fico irritado? Como consigo ultrapassar?...

O apoio psicopedagógico facilita este caminho através de jogos  lúdicos, desenhos que viram histórias, através do qual a criança vai-se conhecendo, aprendendo a gerir as suas emoções e ultrapassar alguns bloqueios que a impedem de aprender, permitindo à família a base necessária para o seu bem estar.
Imagem retirada do pinterest

15 setembro 2015

Actividades lúdicas


Os jogos são um apoio fundamental para um bom desenvolvimento do crescimento do indivíduo. Além disso permite ao profissional, independentemente da área, conhecer o aluno e as suas dificuldades, os seus gostos, o seu à vontade, os pontos fracos e os pontos fortes.
Tornar um momento de maior angústia em diversão não significa apenas ultrapassar dificuldades, entraves ou bloqueios, acima de tudo permite ao indivíduo conhecer as suas capacidades, o que sabe, o que necessita apreender para ir mais além e reconhecer em si a capacidade de aprendizagem possível a qualquer um, respeitando o seu ritmo. Reforça também a auto-estima e despoleta a motivação em querer continuar a aprender a aprender.

Em casa, os pais poderão também desenvolver algumas actividades mais lúdicas que reforcem a aprendizagem e o conhecimento. Através da brincadeira, de jogos, o núcleo familiar torna-se mais unido, coeso e muito importante, divertido.

Através do jogo, o psicopedagogo trabalha algumas das dificuldades que lhe são reportadas, diagnosticadas, no sentido de facilitar uma melhoria no caminho contínuo do conhecimento e compreensão do que é transmitido ao aluno/adolescente.

Aqui deixo alguns exemplos do que podemos fazer, de forma a tornar agradável a compreensão sobre algo que por vezes gera bloqueio e ansiedade.
Fracções com lego. 

Fracções
Somar com lego

Somar com vários tipos de material

Somar com lego

Jogo de número. 
 Imagens retiradas do pinterest