16 setembro 2015

Emoções vs Aprendizagem


A prevenção é importante. Para os mais pequenos que nem sempre conseguem lidar  ou perceber as emoções, podemos realizar um trabalho com material simples, que lhes permite ir desenvolvendo a inteligência emocional. Com os mais crescidos há outras formas de os ajudar a compreender o lado emocional, que lhes permitirá uma maior disponibilidade ao processo de aprendizagem.
Porque me sinto triste? Porque me sinto zangado? Que sensação é esta que me faz querer algo e quando não consigo, fico irritado? Como consigo ultrapassar?...

O apoio psicopedagógico facilita este caminho através de jogos  lúdicos, desenhos que viram histórias, através do qual a criança vai-se conhecendo, aprendendo a gerir as suas emoções e ultrapassar alguns bloqueios que a impedem de aprender, permitindo à família a base necessária para o seu bem estar.
Imagem retirada do pinterest

15 setembro 2015

Actividades lúdicas


Os jogos são um apoio fundamental para um bom desenvolvimento do crescimento do indivíduo. Além disso permite ao profissional, independentemente da área, conhecer o aluno e as suas dificuldades, os seus gostos, o seu à vontade, os pontos fracos e os pontos fortes.
Tornar um momento de maior angústia em diversão não significa apenas ultrapassar dificuldades, entraves ou bloqueios, acima de tudo permite ao indivíduo conhecer as suas capacidades, o que sabe, o que necessita apreender para ir mais além e reconhecer em si a capacidade de aprendizagem possível a qualquer um, respeitando o seu ritmo. Reforça também a auto-estima e despoleta a motivação em querer continuar a aprender a aprender.

Em casa, os pais poderão também desenvolver algumas actividades mais lúdicas que reforcem a aprendizagem e o conhecimento. Através da brincadeira, de jogos, o núcleo familiar torna-se mais unido, coeso e muito importante, divertido.

Através do jogo, o psicopedagogo trabalha algumas das dificuldades que lhe são reportadas, diagnosticadas, no sentido de facilitar uma melhoria no caminho contínuo do conhecimento e compreensão do que é transmitido ao aluno/adolescente.

Aqui deixo alguns exemplos do que podemos fazer, de forma a tornar agradável a compreensão sobre algo que por vezes gera bloqueio e ansiedade.
Fracções com lego. 

Fracções
Somar com lego

Somar com vários tipos de material

Somar com lego

Jogo de número. 
 Imagens retiradas do pinterest

11 setembro 2015

Determinação


É necessário acreditar mais em nós, nas nossas capacidades, e nos focarmos naquilo que realmente queremos. Despender energia no que não queremos é perda de recurso, perda de tempo, e de real energia tão necessária ao que desejamos. O foco de mãos dadas com a disciplina tem uma força enorme na vida de cada um de nós. E tudo o resto se desenlaça através de circunstâncias necessárias ao nosso crescimento. Acreditar que se é capaz, mesmo com o bichinho do medo a devorar o sonho por detrás do pano do nosso imaginário, é o caminho que temos de seguir, ir em frente, mesmo com medos. Seguir em diante, sabendo que se vai errar, e aprender com o erro ou erros. Cair e levantar em seguida, sabendo que o sonho é possível de ir ao encontro de tantos aqueles que queres tocar, orientar, ajudar, apoiar e continuar a aprender e crescer. Não desistir ao primeiro desânimo do que se quer, é caminho andado para ir em frente. Devemos sim, estimular o mais precocemente essa vontade nas crianças facilitando-lhes a descoberta do que gostam, do que conseguem fazer, mesmo quando são mais atabalhoadas no movimento, porque nesse caminho de descoberta, reforçam a auto-estima, a motivação e aprendem a gerir frustração, aprendem o significado da palavra resiliência. E nesse caminho, a descoberta do que gostam, do que as preenche, descobrem dentro delas um adolescente com objectivos, e um adulto capaz de realizar o que se predispôs, estando mais alinhado consigo mesmo.
Nunca é tarde para se redescobrir. Começa  já hoje a colocar-te algumas perguntas, a verificar que caminhos gostarias de percorrer, que mudanças gostarias de ver na tua vida, que exemplo pretendes ser para os teus. Acreditar em ti não é opção, é o teu caminho.

09 setembro 2015

Medos Infantis mais comuns


Nem todos têm de sentir exactamente nesta faixa etária, uns sim, outros mais tarde ou até mesmo mais cedo, no entanto fica aqui um pequeno resumo para que possamos perceber que faz parte e que com colo e paciência, o reforço da segurança é imprescindível para o bom desenvolvimento da criança enquanto indivíduo.

Retirado daqui

27 julho 2015

Trabalhar a Auto Confiança


Para conseguirmos desempenhar o nosso papel enquanto pais e educadores, a auto confiança é fundamental. É ela que nos ajuda a enfrentar os desafios diários. Façamos pequenos exercícios estimulando ou desenvolvendo a nossa auto confiança. No final do dia recorde tudo o que fez de extraordinário e positivo. Identifique os seus valores mais importantes. E não se esqueça que é o maior especialista na sua família, na sala de aula. Valorize mais o seu trabalho diário que permite melhorar o dia a dia dentro do seu núcleo familiar e profissional. Trabalhando a auto confiança é um primeiro passo para um maior equilíbrio no apoio aos seus educandos e alunos. Comece desde já a ter uma perspectiva positiva perante as situações. Não se esqueça, aprendemos com os exemplos. Comece a ser o exemplo que deseja na vida dos seus filhos e/ou alunos.

03 julho 2015

Brincadeiras feitas em casa

Época de férias, não tem de significar ficar-se prostrado em frente a uma televisão, ou ir a banhos com amigos e família um dia inteiro apenas a olhar o mar. Podem aproveitar esta altura mais serena (e merecida) para brincar, jogar mais ainda,  criar coisas novas e na companhia das vossas pessoas. Ao caminharem no mundo da criatividade e do lúdico, continuam a exercitar o cérebro de forma divertida e descontraída, facilitando o vosso trabalho aquando o regresso a mais um ano lectivo.
Sudoku

Aqui podem retirar várias ideias. E podem alterar os jogos, adaptando ao vosso gosto. Experimentem.
imagem | reab.me

01 julho 2015

Autismo. De que forma o psicopedagogo pode ajudar.



Falemos hoje um pouco sobre o autismo. Trata-se de um síndrome por ter um conjunto de sintomas ao nível da interacção social, uso da comunicação e da imaginação. Não tem cura. O psicopedagogo funciona como agente inclusivo na escola e sociedade, um mediador entre o aluno-escola-família facilitando a comunicação com estes dois pilares no desenvolvimento do autista. Saiba que na sala de aula o psicopedagogo pode ser um mais valia no sentido de elaborar estratégias de ensino que podem ser adaptadas, desenvolvendo um plano que vá ao encontro da necessidade individual. O desafio é precisamente o de conseguir adaptá-lo para que a aprendizagem seja funcional, que estimule o desenvolvimento da autonomia da criança/indivíduo autista. É importante que o psicopedagogo conheça quais são as limitações e quais os desafios a serem incluídos no dia a dia de modo a elaborar uma proposta pedagógica individualizada e ao mesmo tempo que não altere a dinâmica do grupo. Por exemplo, ajustar o quadro diário das tarefas a desenvolver, estabelecendo as rotinas do dia utilizando figuras para que seja compreensível para o autista, permite uma maior relevância no seu desenvolvimento. A decoração da sala de aula também pode ser ajustada, diminuindo a poluição visual e reforça o foco pretendido, não só pelo autista mas por todos os alunos da turma. É importante que haja uma boa comunicação com o professor, permitindo uma relação de trabalho em sala mais acessível e plena. O psicopedagogo pode orientar o professor na confecção de materiais que facilitem uma melhor compreensão e aprendizagem do aluno autista inserido numa turma regular que também por sua vez poderá usufruir deste plano adaptado, contrapondo a ideia de que pode ser prejudicial aos alunos sem perturbações ou dificuldades. É importante organizar e estruturar os materiais devido à tríade imaginação, comunicação e comportamento, porque o autista não sabe brincar, criar e jogar como os alunos regulares. O psicopedagogo deve sempre trabalhar no sentido de minimizar as limitações e maximizar as potencialidades, não esquecendo de estruturar uma intervenção adequada considerando as características individuais do aluno (paciente).

Ficam aqui apenas alguns traços de um caminho a ser trabalhado. Em breve mais informação irei disponibilizar, com algumas actividades e ideias para materiais a fazer no futuro caso achem pertinentes de utilizarem.
imagem| google