11 setembro 2015

Determinação


É necessário acreditar mais em nós, nas nossas capacidades, e nos focarmos naquilo que realmente queremos. Despender energia no que não queremos é perda de recurso, perda de tempo, e de real energia tão necessária ao que desejamos. O foco de mãos dadas com a disciplina tem uma força enorme na vida de cada um de nós. E tudo o resto se desenlaça através de circunstâncias necessárias ao nosso crescimento. Acreditar que se é capaz, mesmo com o bichinho do medo a devorar o sonho por detrás do pano do nosso imaginário, é o caminho que temos de seguir, ir em frente, mesmo com medos. Seguir em diante, sabendo que se vai errar, e aprender com o erro ou erros. Cair e levantar em seguida, sabendo que o sonho é possível de ir ao encontro de tantos aqueles que queres tocar, orientar, ajudar, apoiar e continuar a aprender e crescer. Não desistir ao primeiro desânimo do que se quer, é caminho andado para ir em frente. Devemos sim, estimular o mais precocemente essa vontade nas crianças facilitando-lhes a descoberta do que gostam, do que conseguem fazer, mesmo quando são mais atabalhoadas no movimento, porque nesse caminho de descoberta, reforçam a auto-estima, a motivação e aprendem a gerir frustração, aprendem o significado da palavra resiliência. E nesse caminho, a descoberta do que gostam, do que as preenche, descobrem dentro delas um adolescente com objectivos, e um adulto capaz de realizar o que se predispôs, estando mais alinhado consigo mesmo.
Nunca é tarde para se redescobrir. Começa  já hoje a colocar-te algumas perguntas, a verificar que caminhos gostarias de percorrer, que mudanças gostarias de ver na tua vida, que exemplo pretendes ser para os teus. Acreditar em ti não é opção, é o teu caminho.

09 setembro 2015

Medos Infantis mais comuns


Nem todos têm de sentir exactamente nesta faixa etária, uns sim, outros mais tarde ou até mesmo mais cedo, no entanto fica aqui um pequeno resumo para que possamos perceber que faz parte e que com colo e paciência, o reforço da segurança é imprescindível para o bom desenvolvimento da criança enquanto indivíduo.

Retirado daqui

27 julho 2015

Trabalhar a Auto Confiança


Para conseguirmos desempenhar o nosso papel enquanto pais e educadores, a auto confiança é fundamental. É ela que nos ajuda a enfrentar os desafios diários. Façamos pequenos exercícios estimulando ou desenvolvendo a nossa auto confiança. No final do dia recorde tudo o que fez de extraordinário e positivo. Identifique os seus valores mais importantes. E não se esqueça que é o maior especialista na sua família, na sala de aula. Valorize mais o seu trabalho diário que permite melhorar o dia a dia dentro do seu núcleo familiar e profissional. Trabalhando a auto confiança é um primeiro passo para um maior equilíbrio no apoio aos seus educandos e alunos. Comece desde já a ter uma perspectiva positiva perante as situações. Não se esqueça, aprendemos com os exemplos. Comece a ser o exemplo que deseja na vida dos seus filhos e/ou alunos.

03 julho 2015

Brincadeiras feitas em casa

Época de férias, não tem de significar ficar-se prostrado em frente a uma televisão, ou ir a banhos com amigos e família um dia inteiro apenas a olhar o mar. Podem aproveitar esta altura mais serena (e merecida) para brincar, jogar mais ainda,  criar coisas novas e na companhia das vossas pessoas. Ao caminharem no mundo da criatividade e do lúdico, continuam a exercitar o cérebro de forma divertida e descontraída, facilitando o vosso trabalho aquando o regresso a mais um ano lectivo.
Sudoku

Aqui podem retirar várias ideias. E podem alterar os jogos, adaptando ao vosso gosto. Experimentem.
imagem | reab.me

01 julho 2015

Autismo. De que forma o psicopedagogo pode ajudar.



Falemos hoje um pouco sobre o autismo. Trata-se de um síndrome por ter um conjunto de sintomas ao nível da interacção social, uso da comunicação e da imaginação. Não tem cura. O psicopedagogo funciona como agente inclusivo na escola e sociedade, um mediador entre o aluno-escola-família facilitando a comunicação com estes dois pilares no desenvolvimento do autista. Saiba que na sala de aula o psicopedagogo pode ser um mais valia no sentido de elaborar estratégias de ensino que podem ser adaptadas, desenvolvendo um plano que vá ao encontro da necessidade individual. O desafio é precisamente o de conseguir adaptá-lo para que a aprendizagem seja funcional, que estimule o desenvolvimento da autonomia da criança/indivíduo autista. É importante que o psicopedagogo conheça quais são as limitações e quais os desafios a serem incluídos no dia a dia de modo a elaborar uma proposta pedagógica individualizada e ao mesmo tempo que não altere a dinâmica do grupo. Por exemplo, ajustar o quadro diário das tarefas a desenvolver, estabelecendo as rotinas do dia utilizando figuras para que seja compreensível para o autista, permite uma maior relevância no seu desenvolvimento. A decoração da sala de aula também pode ser ajustada, diminuindo a poluição visual e reforça o foco pretendido, não só pelo autista mas por todos os alunos da turma. É importante que haja uma boa comunicação com o professor, permitindo uma relação de trabalho em sala mais acessível e plena. O psicopedagogo pode orientar o professor na confecção de materiais que facilitem uma melhor compreensão e aprendizagem do aluno autista inserido numa turma regular que também por sua vez poderá usufruir deste plano adaptado, contrapondo a ideia de que pode ser prejudicial aos alunos sem perturbações ou dificuldades. É importante organizar e estruturar os materiais devido à tríade imaginação, comunicação e comportamento, porque o autista não sabe brincar, criar e jogar como os alunos regulares. O psicopedagogo deve sempre trabalhar no sentido de minimizar as limitações e maximizar as potencialidades, não esquecendo de estruturar uma intervenção adequada considerando as características individuais do aluno (paciente).

Ficam aqui apenas alguns traços de um caminho a ser trabalhado. Em breve mais informação irei disponibilizar, com algumas actividades e ideias para materiais a fazer no futuro caso achem pertinentes de utilizarem.
imagem| google

19 junho 2015

Tarefas que se podem transformar num jogo de brincar



Sabemos que se torna mais fácil para as crianças pequenas aprenderem e colaborar através de jogos e do brincar. As tarefas que lhes vamos pedindo de acordo com o grau de desenvolvimento podem deixar de ser um tormento para pais e até mesmo professores e educadores quando lhes apresentamos o pedido em forma de desafio, de jogo, de brincadeira. A participação torna-se mais alegre, mais disponível, e começam a ganhar esse hábito de entre ajuda, de colaborar, o espírito de equipa começa a ganhar forma em tenra idade, aprendem através deste brincar. Por vezes debatemo-nos porque desejamos que as crianças comecem a ter algum sentido de responsabilidade e muitas vezes deparamo-nos com situações menos fáceis, de birras, de desmotivação, e de algum cansaço. Um local organizado permite uma maior tranquilidade e nesse sentido uma melhor predisposição à aprendizagem. As crianças, como disse anteriormente, de acordo com a sua idade e grau de desenvolvimento têm maior facilidade de colaborar se sentirem que participam num jogo, além disso podem usufruir da companhia e presença dos pais e educadores que os ajudam a crescer.
Há diversas tarefas apropriadas que as crianças podem fazer na fase da arrumação em casa ou na escola, dependendo da situação (no caso da escola, em sala de aula por exemplo, na hora de organizar material ou de o arrumar). 
Pense em criar tabelas com diferentes actividades para cada semana. Para diversificar, escreva todas as tarefas em pedaços de papel e coloque-os dentro de um copo ou taça. Peça para que as crianças sorteiem pedaços de papel do copo ou da taça e desenhe o esquema semanal com essas tarefas. As tarefas serão completamente aleatórias, e assim cada um fica com uma diferente em cada semana.


Jogos de limpeza

Depois de decidir em quais tarefas as crianças podem ajudar na limpeza da casa, é hora de deixar essas actividades com ar de brincadeira. As sugestões podem ser adaptadas para os jogos de limpeza de acordo com a idade, do interesse e das habilidades das crianças.
Roupa suja
Separe as meias das roupas que acabou de lavar e desafie quem consegue encontrar mais pares no menor espaço de tempo.
Desafie quem dobra as camisolas mais rápido.
Brinque ao serviço de entrega de roupa para guardar as que estão limpas nos armários e gavetas.
As crianças mais pequenas vão gostar de aprender a apertar os botões da máquina de lavar.

Limpeza do quarto
Brinque às lojas, faça pedidos dos itens que estão no chão e devem ser entregues à prateleira ou à caixa de brinquedos.
Escolha uma música que eles gostem e aumente o som e dancem enquanto arrumam a cómoda.
Use um cronómetro e ofereça um prémio para quem terminar primeiro de arrumar o próprio quarto.
Pratique habilidades com bolas de roupas, colocando as peças sujas no cesto de roupa a uma determinada distância.

Limpeza da cozinha
limpem fantasiados de empregados de mesa ou mordomos de uma mansão (a vossa).
Faça com que as crianças se sintam num filme de acção dando-lhes missões para cada uma.

Compre equipamentos de limpeza de brinquedos de cores coloridas (para os mais pequenos).
Finja que está a fazer um anúncio de um produto de limpeza que está autilizar.

Uso de tabelas de recompensa
As crianças respondem bem a elogios e reconhecimentos, é importante que o faça. Se elas sentirem que fizeram um bom trabalho e se divertiram, é provável que queiram continuar a participar nas tarefas de casa (ou escola). Uma maneira de reforçar positivamente as actividades é criar uma tabela de recompensas para elas, com uma estrela ou uma cara feliz para cada tarefa concluída com êxito. Uma semana com todas as tarefas concluídas pode gerar uma recompensa, como o prato favorito dela, um passeio a um local desejado, ao parque para fazer um picnic em família, uma actividade diferente do habitual, uma sessão fotográfica feita em família, etc.


Imagem retirada do google







18 junho 2015

Brincar vs Crianças Inteligentes e Felizes


As brincadeiras na infância permitem que as crianças cresçam mais inteligentes e felizes, e que, enquanto adultos, se o souberem fazer de forma continuada, se tornem mais inteligentes, explica Stuart Brown, fundador do National Institute for Play, como noticia a publicação do Sapo Lifestyle, O Nosso Bebé.
O investigador defende que brincar faz bem à saúde. De acordo com o psiquiatra internacional, é grande a importância das descobertas científicas que têm surgido em torno dos primeiros contactos entre as mães e os seus bebés, conforme revela numa conferência no TED.
“Quando a mãe e a criança cruzam os seus olhares e a criança tem idade suficiente para sorrir, o que acontece – espontaneamente – é uma grande alegria por parte da mãe. E ela começa a balbuciar e a sorrir, e assim também faz o bebé”, diz Stuart Brown.

Por isso aproveitem ao máximo cada momento de lazer, principalmente agora que terminou o ano lectivo. Descontrair, rir, brincar e conviver são a regra de ouro nas férias.