02 março 2010

Educar...

"[Em cada educando] há uma criança desconhecida, um ser vivo sequestrado, que é necessário libertar. Esta é a primeira tarefa urgente da educação e libertar é, neste sentido, conhecer, descobrir o ignorado."

(Maria Montessori, L'enfant)

30 julho 2009

Orientações...



Manter-se activo - É importante ter um planeamento diário de actividades que preencham o dia.

Sentir e ser útil - O facto de de contribuir para o bem estar do outro, permite que se sinta bem consigo mesmo. O apoio leva a um aumento da auto-estima.

Concretizar de algo que adiou - Dedique-se a aprender aquela actividade, a aprender arte ou outro tipo de actividade. Faça aquela viagem com que sempre sonhou, planeie fazer visitas...esteja activo.

Comunicar - é importante evitar o isolamento, a solidão. Frequente locais onde possa convver entre pares.

Manter a autonomia - O que sentir ser capaz de fazer por si, faça-o, não permita que seja os outros a fazê-lo por si, reforça a auto-estima e auto-confiança, no entanto caso surjam dificuldades não hesite em pedir ajuda. É importante saber que pode contas com a ajuda dos outros.




06 julho 2009

Afectos



Verifica-se uma carência de afectos nos nosso dia-a-dia.
É importante recuperá-los, transmitir aos nossos filhos o quanto é fundamental o afecto, o reconhecimento e reforço. A empatia também é necessária.
Não são somente as crianças que sentem este distanciamento. A vida preenchida, repleta de vazios. Os nossos idosos que tanto nos têm a dar, sentem cada vez mais o distanciamento, sentindo o desinteresse abrupto da sociedade que se desculpa com a falta de tempo.
Que valores passamos nós aos filhos e ente queridos?
É necessário cada um de nós valorizar cada contributo, cada passo e estreitar cada vez mais os afectos entre gentes, desde o mais novo ao mais velho.

27 fevereiro 2009

Regresso...

Após algum tempo afastada destas lides, eis que estou de volta a este cantinho e dar vida e cor à matéria a que se destina este blog...

Até já.

10 outubro 2007

APsiP

Entretanto, vou dar início a aulas de informática para os mais pequeninos, onde através da actividade lúdica, pertendo efectuar o despiste de quaisquer anomalias, ou optimizar as suas aprendizagens diárias, possibilitando um crescer sadio.

25 setembro 2007

Como decorre o processo psicopedagógico?

O processo Psicopedagógico divide-se em três etapas:

Avaliação/diversas áreas
Diagnóstico
Intervenção


O psicopedagogo poderá identificar no diagnóstico outros problemas que não sejam da sua área de competências.Neste caso, reencaminhará a criança/adolescente para outros profissionais.


Durante a intervenção psicopedagógica, são realizadas diversas actividades com o intuito de facilitar a melhor forma do aluno aprender, e o que poderá estar a causar o bloqueio.
O trabalho do psicopedagogo é diferente de aluno para aluno.

Pode recorrer a jogos, desenhos, brinquedos, brincadeiras, histórias, computador e outros. É através dos jogos que a criança adquire maturidade, aprende a ter limites, aprende a ganhar e a perder, desenvolve o raciocínio, aprende a concentrar-se e adquire maior atenção.

Solicitará ao aluno as tarefas escolares, revendo os cadernos, observando a sua organização e os possíveis erros, permitindo-lhe a compreensão desses erros.Ajuda o aluno a encontrar a melhor forma de estudar para que se processe a aprendizagem, fazendo-lhe um programa de métodos e hábitos de estudo, sempre com o objectivo de lhe aumentar a auto-estima.

O profissional poderá ir à escola para conversar com o professor e/ou outros técnicos, tendo como objectivo a troca de ideias e procedimentos. Afinal, também têm um contacto diário com o aluno, e podem dar muitas informações que podem ajudar o psicopedagogo no seu trabalho.

A quem é indicado o acompanhamento psicopedagógico?
- Crianças e adolescentes.
- Crianças e adolescentes com Necessidades Educativa Especiais.


Áreas onde actua:


  • Dificuldades de aprendizagem

  • Insucesso escolar

  • Défice de competências pessoais e sociais

  • Distúrbios da linguagem

  • Distúrbios emocionais

  • Distúrbios do comportamento

  • Métodos e hábitos de estudo