22 outubro 2015

Educação Sensorial


Aprendemos através dos sentidos. Utilizamo-os a toda a hora percepcionando o mundo que nos rodeia. Por detrás de cada sentido está um órgão que comunica com o nosso cérebro e nos permite apreender conceitos, situações, vivenciando e lidando com o que vamos sentindo. Aprendemos todos os dias por meio destes órgãos e em situação de dificuldade podemos estimulá-los, treiná-los. Desta forma podemos através de jogos sensoriais enriquecer o sistema cognitivo da criança, bem como emocional, social e físico.


20 outubro 2015

Mindfulness como ajuda no défice de atenção


Temos vindo a escutar cada vez mais os benefícios do mindfulness. Uns mais cépticos do que outros, mas todos falam e escutam.
E se esta (nova) forma de meditar, esta nova forma de estar no momento presente, de prestar atenção a um objecto ou pensamento no momento presente sem avaliação do mesmo, viesse trazer um benefício a crianças que sofrem de distúrbios de atenção. E se podermos aproveitar e ensiná-la em salas de aula, em casa, em comunidade para que aprendam a aquietar a mente, o corpo e desse modo ganhar espaço para uma aprendizagem mais livre e segura, devolvendo  ao aluno a confiança em aprender e até mesmo à sociedade onde se insere. Claro que para crianças hiperativas ou com défice de atenção os exercícios têm de ser ajustados e mais curtos, mas com o intuito de progressivamente irem aumentando o seu intento. Mas, porque não começar a incorporar em sala de aula, em consulta, em casa, em actividades simples os exercícios de mindfulness adaptados para crianças com dificuldades na aprendizagem cuja maior perturbação incide no défice de atenção e foco.

Este artigo fala um pouco sobre como pode ser benéfico. Atenção, que não pretende substituir estratégias ou técnicas desenvolvidas para a melhoria do estado da criança, mas pode ser mais uma grande ajuda nesse caminho.

19 outubro 2015

Para trabalhar a memória


Imagem| Pinterest

Discalculia. Sintomas


Dificuldades de Aprendizagem


Dificuldades de Aprendizagem, o que são?

De uma forma sucinta as dificuldades de aprendizagem reflectem a  incapacidade ou o impeditivo para a aprendizagem da leitura, da escrita,  do cálculo ou para a aquisição de capacidades sociais. Deste modo, o aluno pode apresentar problemas na resolução de algumas tarefas escolares e serem ‘fabulosos’ a resolverem outras, significando que podem ter uma inteligência média ou acima desta, apresentando  um bloqueio na aprendizagem em determinada tarefa ou área.

A definição que parece ser a mais aceite internacionalmente, é a que figura na Public Law 94-142, hoje denominada Individuals with Disabilities Education Act (IDEA), diz o seguinte:

‘ Dificuldades de aprendizagem específica’ significa uma perturbação num ou mais dos processos psicológicos básicos envolvidos na compreensão ou utilização da linguagem falada ou escrita, que pode manifestar-se por uma aptidão imperfeita de escutar, pensar, ler, escrever, soletrar, ou fazer cálculos matemáticos. O termo inclui condições como problemas perceptivos, lesão cerebral, disfunção cerebral mínima, dislexia e afasia de desenvolvimento. O termo não engloba as crianças que têm problemas de aprendizagem resultantes principalmente de deficiências visuais, auditivas ou motoras, de deficiência mental, de perturbação emocional ou desvantagens ambientais, culturais ou económicas (Federal Register, 1977, p.65083, citado por Correia, 1991), (Correia, L.M. Dificuldade de Aprendizagem, Biblioteca Digital).

12 outubro 2015

Gestão do estudo


Escutar que ficou motivada para estudar (quando tantas vezes sem conta disse que não gostava da escola e que não servia para nada), após um esquema simples em como gerir tempo, esquematizar o estudo e organizar mediante a matéria dada, aprender a focar o essencial, sublinhar, resumir e colocar por tópicos para depois escrever por palavras próprias, desenhou-me um largo sorriso no rosto!

09 outubro 2015

Criar histórias com dados


De forma lúdica este jogo permite construir uma (várias) história estimulando a criatividade e ajudando sobre dificuldades de aprendizagem. Explora-se o vocabulário e recriam-se novas histórias que podem ser escritas num caderno à parte, melhorando também a escrita. O jogo favorece também a memória.

O objectivo é estimular o imaginário da criança, permitindo-lhe explorar sensações, emoções e reconhecimento da sua realidade. Que ultrapasse a dificuldade em escrever a palavra que costuma ser um desafio para escrever correctamente. Um jogo que reforça o desenvolvimento de forma divertida.

07 outubro 2015

Ludoterapia


Saiba que a ludoterapia, através de actividades lúdicas como o desenho, o brincar, o jogo, colagens, histórias facilita a reorganização emocional da criança permitindo-lhe ultrapassar dificuldades de aprendizagem, entre outros. É aplicada em crianças entre os 3 e os 12 anos.
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05 outubro 2015

Aprende-se através do jogo


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01 outubro 2015

O uso do tablet


Mais uma vez fica o alerta. Tudo deve ser feito com peso e medida. Encontrar novas estratégias que se adaptem ao ritmo e rotina da família, e encontrar novas formas de estar em família. Não nos esqueçamos do exemplo que somos. A tecnologia veio para ficar, não há como negar isso, e por um lado ainda bem, temos mais a ganhar, no entanto teremos que encontrar forma de ajustá-la melhor às nossas necessidades e rotinas de forma a que não sejamos 'escravos' da mesma. Uma criança pequena necessita de imaginar, criar brincadeiras, jogos e diversão e relacionar-se com os seus pares, é assim que vai construindo a sua personalidade e o seu mundo, incorporando a sua realidade e aceitando-a através do brincar. Uma aplicação num tablet ou computador usada mais do que uma hora por dia, retira-lhe essa possibilidade já que o jogo brinca por ela. É a fase mais crítica no acto da recriar realidades através do brincar, e tão necessário para se desenvolver e crescer. Toda a sociedade deverá rever valores e maneira de estar face à época em que vivemos, o exemplo que damos quando estamos grande parte do tempo com o telemóvel na mão ou a responder a emails ou a navegar na internet e redes sociais. Creio que haverá tempo para tudo, e um jogo virtual pode ser benéfico mas não pode substituir a capacidade de criar, de imaginar e de fantasiar, e o tempo  despendido pelas crianças cada vez mais novas é bem superior ao que é aconselhável. Penso que se cada um de nós fizermos a nossa parte com a nossa família, dedicarmos-nos mais uns aos outros, retirar tempo do dia corrido a recriar jogos ou permitir-lhes que encontrem formas novas de brincar por eles, poderemos reestruturar a sociedade, tornado-a mais apelativa e funcional, permitindo um melhor desenvolvimento pessoal e emocional.

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Imagem| Sol