27 agosto 2011

Ser pai ou mãe é o trabalho mais importante do mundo.


"No entanto, pode ser verdadeiramente extenuante lidar diariamente com as teimosias e conflitos dos filhos. Não é fácil encontrar energia e estratégias que transformem comportamentos próprios de crianças em momentos felizes e sem birras. Gerir o stress causado pela correria do dia-a-dia, equilibrar a vida profissional com a vida familiar, impor regras e disciplina, ao mesmo tempo que se desfruta de momentos alegres e tranquilos em família, são alguns dos objectivos que se pode alcançar com os 36 desafios práticos e que são propostos neste livro. O leitor vê aqui a oportunidade de descobrir as estratégias que melhor se adequam a ele e à sua família e de se transformar num pai extraordinário."
Family Coaching de Ângela Coelho, Sandra Belo
At Wook

26 agosto 2011

Hoje...

Proponho uma troca de experiências, trocando dúvidas e questões sobre o que vos preocupam e buscam quando visitam este espaço, tornando-o mais interactivo. Sugiro que seja aberta uma discussão na tentativa de percebermos como podemos ajudar mais e melhor as nossas crianças enquanto pais e profissionais.

Questiono por exemplo:
1. O que fazem quando se deparam com a desmotivação em aprender e saber mais, transmitido pelos vossos filhos/educandos?

2. Quais as estratégias que alguns de vocês aplicam? A quem recorrem?

3. Quando as vossas crianças/adolescentes apresentam um quadro de dificuldades diagnosticadas, onde vão encontrar inspiração para colocar em prática, o que os profissionais vos transmitem?



Caso surjam outras questões, que gostariam de ver aqui discutidas e exploradas, não hesitem, este espaço serve acima de tudo para encontrar melhores caminhos a uma aprendizagem continuada.






 



01 agosto 2011

Aprender a aprender


Este testemunho transmite alguns dos sentimentos de frustração que um(a) disléxico (a) pode sentir, quando nem ele(a) próprio entende o que está a acontecer, porque se esforça tanto e no final, o seu esforço, a sua tentativa, cai por terra...mais ainda, quando diante do seu esforço, não tem um público empático diante de si, mas um grupo trocista que não entende o quanto pode ser angustiante para quem realmente não consegue ir ao encontro do que é expectável pela sociedade educativa...


Mas não é preciso ser-se disléxico, ou ter outro tipo de dificuldades de aprendizagem, para se sentir por vezes angustiado com a expectativa e o peso que se carrega duma sociedade que exige, sem praticar mais vezes, em ambiente escolar, mas também familiar, a escuta, a humildade e a tolerância para os que têm simplesmente um ritmo diferente.

Cada um de nós traz em si, um lugar especial, a ser descoberto e explorado e não deve nem pode ser calado.

O aprender a aprender é um caminho que merece ser trilhado, diariamente, no espaço família, no espaço escola, no espaço sociedade.