23 novembro 2015

Memo handcraft

Memo feito à mão seraprender
Este jogo que estou a iniciar tem como objectivo trabalhar o foco, a concentração e a memória.

18 novembro 2015

Organizar o estudo


Deixo aqui alguns passos para a organização de estudos. Definindo uma meta e estruturar melhor os objectivos para a alcançar, torna-se mais fácil atingir o resultado pretendido.

13 novembro 2015

Percebendo a desmotivação face a um fracasso.


Nada é mais desmotivante do que receber um resultado que não era o expectável. Imaginem como uma criança e/adolescente se sente quando recebe uma avaliação sobre os conteúdos trabalhados anteriormente e esta não está de acordo com o que esperava, pior, com o que a família e/ou professor esperava. Sente-se perdida, desmotivada, carrega dentro de si uma sensação de fracasso, acima de tudo pode pensar que não é suficiente para aqueles que a acompanham. Nesta fase em que ela mais precisa de incentivo, devemos perceber como ela se sente, o que sentiu quando estava a ser avaliada, onde se sentiu perdida/o, sem foco, o que aconteceu no caminho de preparação. Fazê-la pensar um pouco sobre os passos que tem vindo a dar, o que acha ser necessário modificar, melhorar (responsabilizá-la e estimulando à autonomia), e acima de tudo, transmitir-lhe que a/o apoiamos. Julgar, criticar, ameaçar, não leva a muito longe. O castigo serve apenas para temer o outro) e não estabelece qualquer conexão consigo próprio. É necessário o indivíduo aprender a responsabilizar-se sobre o que necessita fazer em diante. Estabelecer uma meta (melhorar notas) e desenhar os objectivos para a atingir. Escrevê-los e colocá-los num lugar visível, para quando se dedicar ao estudo os visualizar e sentir uma maior inspiração. É importante que se acredite nela/e, e fundamental que ela/e acredite em si mesmo, no seu potencial. Pode ser um processo lento, mas que vale a pena.
Converse com ele/a, ajude/a a perceber os passos, as rotinas, ajude-o/a a colocar-se em perspectiva sem o/a julgar e compreender como pode ser o autor principal do seu desempenho.

Em breve partilharei algumas estratégias que permitem treinar a resistência à frustração e compromisso. Da mesma forma que necessitamos de nos identificar com algo que nos dê alento em seguir em diante, o aluno/a também sente essa necessidade, e na maior parte das vezes não o percebe, perdendo o contacto com a realidade no processo de aprendizagem. Tem de lhe fazer sentido, e é isso que precisamos de lhes passar, sem a imposição de resultados a atingir de acordo com o que a sociedade estabelece e se espera. Ele tem de sentir que ele mesmo o quer, e consegue.

12 novembro 2015

Psicopedagogia e a terceira idade


Há já algum tempo que não falo sobre este assunto, mas continuo a verificar que é dos temas mais vistos aqui no blog. A psicopedagogia e a terceira idade.
A intervenção psicopedagógica, visa a uma inserção do idoso na sociedade, incentivando-o a ter um novo olhar para a sua vida, através de estímulos que despertem o seu desejo pelo (contínuo) saber. Esse saber, não se fica apenas pelo saber escolar, é um desejo de aprender e saber ainda mais com a vida.
Em sessões semanais (quer seja num centro de dia ou em lares) o psicopedagogo promove situações de desafios intelectuais com jogos, conversas, leituras e 'troca de saberes' que capacitam, reciclam e fomentam um grande bem estar pessoal, mantendo activo no idoso as capacidades que ainda tem intactas, facilitando a mudança de rotinas e desempenho na actividades quotidianas. A falta de estímulo intelectual premeia a estagnação cognitiva e consequentemente, falta de memória, atrofia cerebral, senilidade, entre outros.

Através de jogos de concentração, memos, sopa de letras, entre outros, feitos com idoso, apela-se à sua criatividade e interacção, permitindo uma melhoria nas suas faculdades mentais e sociais, bem como na sua auto-estima e bem estar.

Em futuros post's irei partilhar algumas actividades que visam esse bem estar e manutenção das capacidades de pessoas idosas. 


Imagem| reab.me

Motivar para estudar


Já aqui deixei algumas informações sobre como organizar um plano de estudo, bem como no facebook, no entanto, penso que nunca é demais, principalmente quando os resultados dos primeiros testes chegam e podem originar alguma frustração face a expectativas (dos pais, educadores, professores e até mesmo do próprio aluno).e não é nada disso que se pretende.

O aluno, deve ter o seu próprio cronograma de estudo, face ao seu horário, disciplinas e tempos livres. Aprender a gerir tempo para estudar nem sempre é fácil, principalmente para os alunos de 5º ano que estão pela primeira vez a lidar com muitas disciplinas ao mesmo tempo. No cronograma, o aluno deve estipular o horário específico para estudar cada disciplina e os seus conteúdos programando assim o tempo a que se vai dedicar. Sugiro 30 minutos para cada disciplina com um intervalo entre elas de 15 minutos para descansar, esticar as pernas, beber água. Nada de estímulos visuais por perto, tais como o telemóvel, o computador ou tabblet ligados, o ideal é ter todos os equipamentos longe de alcance, enquanto se dedica ao foco do que aprendeu no dia. Isto é o pretendido, ir estudando diariamente sobre a matéria que está a ser transmitida em sala de aula. Sublinhar a matéria relevante e ir passando para um caderno de estudo (diário de casa), colocando a informação mais importante, a que se destaca, separando o essencial do acessório. Usar apenas uma cor no marcador para não apelar à dispersão. Aconselho alternar entre uma matéria teórica e outra mais prática como é o caso da matemática, de forma a que o cérebro se adapte face à matéria estudada da disciplina anterior. Não exceder esses 30 minutos, pois mais tempo corre-se o risco da atenção dispersar, e não é o pretendido.

Podem ajudar em casa a desenhar um cronograma, e afixar na parede ou num quadro de informações. Aqui o que é pretendido é desenvolver o compromisso de trabalho. Não somente correr atrás de resultados, ir percebendo o que está a prender, apontar dúvidas no caderno e colocar ao professor (também é uma forma de manter o professor motivado em dar aulas, preparar a matéria de forma mais cativante à medida que vai conhecendo a dinâmica da turma).
Quanto maior for a organização e o empenho em seguir o horário estipulado para o estudo, mais natural será, mesmo ao mais relutantes na hora de se sentarem a ler.
Nos momentos em família tentem criar pontes entre a matéria dada e a realidade, no passeio, numa visita a um museu, num supermercado. Quanto mais real e concreto no dia a dia se tornar, mais estimulante se torna, e o aluno vai promovendo também assim a auto-estima necessária para se entregar a esta tarefa.

Quando for tempo de descansar ou dedicarem-se ao lazer, que seja com o mesmo foco, ou seja, a sensação de dever cumprido permite uma maior entrega também à descontracção, e aos poucos a rotina entra facilmente na vida do estudante.

crédito imagem| pinterest


11 novembro 2015

jogo de memória


Há formas divertidas de estimular a concentração e consequentemente a memória. Esta ideia chamou a minha atenção, porque pode ser feita em casa por educadores, professores e técnicos (basta encontrar um pouco de tempo). Ainda para mais o material é simples e de fácil aquisição. Este memo onde escolhemos as fotografias que entendermos pode assim estimular o foco (sendo esse o objectivo) e recordar momentos agradáveis. Para os mais velhos, os seniores, pode muito bem ser usado para  mesmo efeito, estimular o o foco e recordar momentos agradáveis, incitar a memória, treinando o cérebro e reforçando as emoções de bem estar e auto estima.

Jogo de memória em madeira
Material:
12 círculos em madeira
tinta à escolha para pintar
12 fotografias de cada imagem escolhida (2 de cada)

Imprimir 12 fotografias (2 de cada), ou caso não o possa em casa, fazer num local apropriado. Pintar os círculos de madeira com as cores escolhidas, pintando 2 círculos na mesma cor e deixar secar, não esquecer no entanto que as fotografias serão coladas ao acaso independentemente da cor do círculo.
Um jogo divertido para jogar com os mais novos e graúdos.


crédito de imagem|Dear Lizzy